Página Inicial Data de criação : 07/09/27 / Última actualização : 08/08/31 12:25 / 206 Artigos publicados
 

O primeiro dia de escola  Inserido Sunday 03 August 2008 23:47

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, O primeiro dia de escola
Como já devem ter percebido, o André vai iniciar o 1º CEB. Como tal, é novidade para ele e para mim!
A minha ânsia não é assim tanta, uma vez que "GRAÇAS A DEUS", vão iniciar o 1º CEB na escolinha onde eles andam, e não vai mudar de escola. (Menos uma preocupação para mim, ufufufffffffff!)... Mas mesmo assim o bichinho anda às voltas na cabeça e no coração, e como o nosso (pais) comportamento é muito importante nesta fase da vida deles, fui à procura... e eis o que vos deixo...
Aproxima-se o grande dia.
Ele ainda nos parece tão pequenino e já vai para o 1.º ciclo!
Quantos pensamentos e sentimentos contraditórios nos assaltam?
justifica-se ou não seremos os "pais/mães-galinhas"?
Para ajudar a arrumar esses pensamentos, ficam algumas sugestões para ajudar pais e filhos e também ideias para os professores e as escolas.

Muitas vezes os pais sentem ansiedade nesta fase da vida dos seus filhos. Eles vão precisar de mais autonomia e de tempos maiores de atenção e de concentração nas aulas. A escola será provavelmente maior e menos bem guardada do que o infantário. Para aqueles que não o frequentaram, será a primeira que irão conhecer e onde terão que conviver com um número elevado de crianças. Vai haver meninos muito maiores - haverá conflitos? Será que o filho se vai portar bem nas aulas? Irá aprender bem? Será que se vai adaptar bem?

É normal que os pais se interroguem sobre estas e outras questões e sintam os seus receios. Mas por que não reflectir sobre eles e desmistificá-los? Sobretudo não devem passar essa ansiedade para os filhos. Façam-nos viver este período com expectativas positivas, afastando deles o máximo de receios e preocupações.

Também as crianças podem sentir ansiedade, a qual, muitas vezes, não é manifestada verbalmente, mas através de sinais a que temos que estar atentos, como alterações de comportamento ou queixas aparentemente sem justificação. Eis algumas das situações que podem ocorrer: voltar a urinar na cama; diminuição do apetite; dificuldade em adormecer; acordar de noite com pesadelos; medos antes inexistentes.

Não recriminar

A criança não deve ser recriminada. Se além de repreendida, ela for exposta perante outros por esses procedimentos, à ansiedade geradora da situação poderão juntar-se outros sentimentos negativos, como humilhação, culpa, inferioridade, baixa auto-estima, que só contribuirão para o agravamento do problema. Deve haver uma conversa amigável e franca com a criança sobre o que ela está a sentir e levá-la a verbalizar os seus medos, a fim de que eles possam ser desmistificados. Uma visita à escola que ela frequentará poderá ajudar pais e filhos a vencer receios.

Recriminações como: "Ai fizeste isso? Espera que quando fores para escola, o professor diz-te!"; "Outra vez tudo desarrumado? Na escola vais aprender a ter tudo direitinho!" são muito prejudiciais! Alimentam expectativas negativas nos filhos, que irão idealizar a escola como um local de disciplina rígida, onde poderão vir a receber muitos castigos.

É importante, ao invés, alimentarmos expectativas positivas nas crianças, fazendo-as sentir que a escola é uma coisa boa (como de facto é). Eis alguns exemplos de frases/ideias que podemos utilizar:

- Que grande que estás! Até já vais para a escola!

- Vais ter um monte de amigos novos. Vais fartar-te de brincar. Quando os conheceres melhor, até podemos convidar um ou outro para virem até cá num sábado.

- Agora é que vai ser bom. Finalmente vais aprender a ler. Qualquer dia já podes ler os teus livros de histórias ou as legendas dos desenhos animados.

É difícil, às vezes, esta tarefa de ser pai ou mãe. Há que estar sempre muito atento e muito presente. O carinho nunca é excessivo; a superprotecção é que é negativa. Mas há outras estratégias que podem ser utilizadas para ajudar os filhos, como procurar jogos educativos que contribuam para aumentar o tempo de concentração, atribuir pequenas responsabilidades nas tarefas da família (ex: manter o quarto e os brinquedos arrumados, pôr a mesa), oferecer livros à criança e ler-lhos, ou convidar para sua casa outros meninos conhecidos que vão frequentar a mesma escola.

O papel da escola

O papel das escolas na recepção aos alunos do 1.º ano é também muito importante. A maior parte delas vem já desenvolvendo actividades de recepção para alunos e encarregados de educação, em que o momento é de festa e não de grande solenidade e formalidade. Assim apetece mais ir à escola e os fantasmas vão desaparecendo. Há infantários que, no último ano em que as crianças os frequentam, as levam a fazerem uma visita à escola do 1.º ciclo mais próxima. Isto proporciona um contacto informal e lúdico com a escola em funcionamento, também desmistificador dos receios que se possam gerar.

Para terminar vou contar uma história verdadeira, de um menino, filho de professores, cheio de expectativas positivas face à entrada para a escola. Inesperadamente, a sua aproximação fê-lo começar a urinar na cama, ter medo de dormir e ter pesadelos.

A recepção organizada pela escola foi a solução do problema. Na sala, havia balões tocando o tecto, com fios que chegavam quase até ao chão. Quando a professora chegou, pediu aos alunos que entrassem e que ficassem a brincar com os balões até a reunião com alunos e pais começar e retirou-se. O menino imediatamente saiu da sala e foi ter com a mãe. Observando a alegria com que os outros brincavam, não tardou muito a ir brincar também, tão alegre, feliz e descontraído como os outros. A reunião que se seguiu, com alunos e pais, decorreu num ambiente agradável e familiar. No regresso a casa, as insónias, os pesadelos e os medos tinham desaparecido.

Esta história podia não ter tido rapidamente um final tão feliz. Se assim fosse, os pais teriam que continuar vigilantes (não superprotectores nem ansiosos) e, se necessário, falar com o professor, que poderia ser um óptimo aliado na resolução do problema.

Pais, boas férias, descontraiam-se e contribuam para que os vossos "rebentos", em conjunto convosco, gozem bem e com orgulho este momento único nas vossas vidas.

In O primeiro dia de escola . In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-08-03].

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Os Medos Infantis  Inserido Tuesday 27 November 2007 02:40

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, Os Medos Infantis

Medo de fantasmas, bruxas, extra-terrestres ou do escuro, são muito frequentes na imaginação das crianças e fazem com que as noites se tornem pesadelos. No entanto, é normal que isto aconteça na infância. As crianças têm uma imaginação muito forte e isso faz com que tudo o que aprendem ou descobrem se torne parte da sua realidade.


Tudo começa, normalmente, por volta dos 7 ou 8 meses, altura em que os bebés começam a estranhar ambientes e pessoas com as quais não estão acostumados. A partir dos dois anos, é comum que a criança comece a ter medo de ser abandonada pelos pais e, consequentemente, de qualquer separação que possa ocorrer.


Mais próximo dos três anos de idade, quando a imaginação da criança se encontra na fase de maior fertilidade, aparecem os medos do escuro, de bruxas, de fantasmas e monstros.


É normal que os pais das crianças com medos se sintam confusos e não saibam como lidar com a situação. Uma boa forma de ajudar a criança a vencer os seus medos, é fazê-la participar na busca de soluções para as suas experiências assustadoras. Por vezes, basta manter uma luz fraca acesa, durante a noite, para que a criança não tenha medo que os monstros apareçam. Se houver algum objecto que crie particular medo na criança, pode tentar resolver a situação mostrando-lho numa situação em que a criança se sinta segura. Mostrar-lhe que não tem medo do objecto pode ser um bom método. Outro método eficaz é a cumplicidade. Os pais podem ajudar os filhos contando-lhes que, quando eram pequenos, também tinham medos.


Lembre-se que os medos do seu filho merecem o maior respeito e fazem parte da vida da criança, embora ela ainda não tenha condições emocionais para enfrentá-los. Não adianta que finja não ter notado que a criança está com medo, nem insistir em dizer que não existe nenhum monstro no local em que a criança pensa que está. Se conversar com a criança acerca deste assunto será mais fácil entender o seu medo e levá-la a revelar de que forma se sente assustada. Verá que o facto da criança sentir confiança para falar acerca do que a preocupa, trará alívio ao pequeno e uma maior aproximação entre si e o seu filho.

 

A criança precisa de atenção e carinho

O facto de dar atenção e carinho ao seu filho proporciona-lhe conforto, afecto, calor e segurança. Nesta fase da vida do seu bebé, em que ele já começou a dar os primeiros passinho e começou a explorar o mundo, o colo já não é a forma mais adequada. O seu filho cresceu, está mais pesado e está ocupado a descobrir o que o rodeia. Procure dar-lhe atenção quando ele tentar falar, quando ele lhe tentar explicar algo. Elogie-o quando ele fizer algo correcto, pois estará a contribuir para que se torne numa criança feliz, segura e confiante de si mesmo.

 

Contudo, sempre que poder dê-lhe um colinho, pois quem não gosta de colo? Não será um mau hábito, pois a sua criança à medida que vai crescendo torna-se autónoma e a sua necessidade de colo também diminui. 

 

O amigo imaginário

É normal que por esta fase o seu filho comece a falar de um amigo, um amigo imaginário. No entanto, na cabeça dele ele é real e tem bastante importância. Nos momentos de solidão, em brincadeiras e quando o seu filho comete erros esse amigo imaginário está presente, é fiel e serve de cúmplice para assumir as culpas por coisas erradas.

 

Não se preocupe se tal se suceder. Enquanto o seu filho for criança ele tenderá a acreditar em determinadas magias e ilusões, que contribuem para um crescimento saudável.

in Milupa

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Madalena - O terceiro aniversário  Inserido Tuesday 27 November 2007 02:05

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, Madalena - O terceiro aniversário

É verdade, parece que foi ontem que recebi a notícia da gravidez da Madalena, já completou 3 anos (16 de Novembro), PARABÉNS FILHOTA LINDAAAAAAAAA... (sou mesmo, mas mesmo muito babada!!!!! mas afinal até tenho razões......)

... Mas falando do terceiro aniversário ...


No momento do terceiro aniversário do seu filhote, tudo aquilo que antes era um problema, como por exemplo os horários dos sonos ou da alimentação e o medo dos palhaços, mágicos ou mascarados deixou de o ser.


A festa do seu filho poderá durar enquanto ele estiver bem disposto. Contudo, convém que tenha ajuda dos seus amigos ou dos pais dos amiguinhos do seu filho, pois é necessário controlar a quantidade de guloseimas que eles ingerem.


Aproveite a presença dos adultos para dinamizar a festa, através de teatros, concursos de dança ou de canções, narração de histórias ou jogos em conjunto. Pode ainda alegrar a festa com a presença de palhaços ou mágicos.

 

Como o seu filho já tem outra maturidade, é a altura ideal para ele receber brinquedos mais elaborados, livros, jogos ou até um computador com jogos e exercícios adequados à sua idade.

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Primeiros passos - caminhar passo a passo...  Inserido Saturday 29 September 2007 01:54

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, Primeiros passos - caminhar passo a passo...

Geralmente, os primeiros passos da criança ocorrem entre os 10 e os 18 meses. Algumas crianças, mas não todas, começam a gatinhar entre os 8 e os 15 meses e fazem-no entusiamadas até que começam a dar os primeiros passos.

Nesta etapa que vai, sensivelmente, até aos 20 meses, ela vai cair e levantar-se vezes sem conta!

 

Muitas vezes, também pede ajuda, sendo importante que os pais estejam atentos para poderem dar o seu apoio. Mas, de um dia para o outro, vai conseguir dar mais do que doisou três passinhos. A partir deste momento a sua capacidade motora vai desenvolver-se de uma forma extraordinária e finalmente a criança vai ter ao seu alcance tudo o que está à sua volta.

Descobrir que pode andar com certa autonomia vai animá-la a experimentar coisas novas, como subrir e descer escadas, o que fará cada vez com mais destreza.

 

Como poderemos ajudar os nossos filhos?

  • Proporcionando-lhe uma ajuda discreta mas atenta.
  • Ajudando-o a manter-se em pé, oferecendo-lhe ambas as mãos para que se sinta seguro, passando a uma única, até que finalmente ele vai andar sózinho.
  • Estando atento ao seu calçado, confortável e seguro, dentro da medida certa, nem muito grande, nem muito pequeno, ele terá de sentir muita estabilidade, para que encontre o seu equilibrio.
  • Não se assuste, nem o assuste quando ele cair, as quedas são inevitáveis e fazem parte da aprendizagem. Se ele se apercebe que se assusta, todo o processo, poderá ter um retrocesso, inibindo-se.
  • Estimule e incentive o seu filho, com voz doce, suave, mas firme, procure que ele confie em si.
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12 meses - uma etapa importante...  Inserido Saturday 29 September 2007 01:42

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, 12 meses - uma etapa importante...

Os primeiros anos de vida da criança vão estar cheios de emoções e de experiências novas, para ela e para os pais. Certamente que poucas vezes irá disfrutar tanto como durante estes anos, observando a rapidez com que a criança aprende as coisas estimulada pela sua enorme curiosidade.

 

Lembre-se que durante esta etapa, a estimulação é essencial para que o seu filho desenvolva ao máximo todas as suas capacidades e habilidades intelectuais e psicomotoras. Não se preocupe se demora a dizer a prmeira palavra ou a dar os primeiros passos. Cada criança tem o seu próprio ritmo e os pais devem respeitá-lo. Há grandes variações ao normal.

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