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O pai e o nascimento do bebé  Inserido Tuesday 27 November 2007 03:50

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, O pai e o nascimento do bebé

 

A posição do pai, relativamente ao nascimento do bebé, tem sofrido claras e largas alterações no decorrer das últimas décadas. Hoje em dia, o pai vive o nascimento de forma emocional e orgulhosa e já não existe retracção relativamente ao facto da, também sua, gravidez.

As mudanças. A gravidez da sua companheira traz imensas novidades. Desde os enjoos à indisposição, à preguiça e até ao mau humor. É por  isso que às vezes chora, outras vezes ri. Tal comportamento pode deixá-lo confuso, inseguro e até com ciúmes. O segredo é ter paciência. Ela está a enfrentar as tensões geradas pela proximidade do desempenho deste novo e importante papel e mais, o estado emocional dela é influenciado por diversas alterações hormonais. 

Solidário, por vezes é possível que chegue a sentir os mesmos enjoos ou a azia que a mãe vai sofrendo depois das refeições. Mesmo assim, em estado de ansiedade, não ceda à tentação de comer demasiado, senão acabará por ganhar uns quilos extra.  Todos estes sintomas e modificações indicam que ambos estão grávidos e que, desde o momento da concepção do futuro bebé, mergulham nesta aventura fascinante de criar uma vida. Um dos primeiros carinhos que pode dar ao seu filho é um cuidadoso apoio pré-natal. Desde o início da gestação, pode acompanhar a mamã às consultas mensais, aos exames solicitados e seguir todas as recomendações médicas. Acompanhando o desenvolvimento do seu filho,  ganha mais segurança para exercer a paternidade e a sua presença reflecte confiança e tranquilidade à mãe. Sem contar a emoção do dia em que, finalmente, a ecografia vai confirmar se terão um menino ou uma menina. Claro que essa participação não será fácil. É óbvio que tem o seu trabalho, os seus compromissos, mas o ideal será conseguir conciliar tudo e destinar o maior tempo possível à gravidez.

Depois do nascimento do bebé, certamente vai dispôr de mais tempo para estar com a sua família. Mas a atenção do papá nesta fase também conta. Os direitos legais avançam à medida em que a sociedade os exige, mas enquanto não há uma legislação mais paternal, terá que tentar ser ao mesmo tempo, um futuro papá e um profissional responsável.

Os amigos brincam e fazem piadas, mas não deve esconder os seus sentimentos. É natural que sinta medo do futuro, a tensão de desempenhar o papel de pai muito em breve, o orgulho pela gestação do filho e o desejo de o ter, logo que possível, nos braços. É claro que tem em mente muitas perguntas sobre a gravidez e a data provável do parto. A maioria  destas dúvidas pode ser esclarecida pelo médico assistente que trata e avalia a mamã.  Ele vai estar presente no seguimento da gravidez. Assim, é essencial que exista grande confiança entre todos e que acompanhe a mamã nas visitas ao médico e que fale com ela acerca de todas as questões que o preocupam.

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Carta de uma Criança Índigo a um Professor  Inserido Monday 15 October 2007 16:00

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, Carta de uma Criança Índigo a um Professor

Olá e obrigado por ler a minha carta.

Eu sou aquela criança que normalmente não pára quieta na carteira, e a quem está sempre a dizer para se calar. É que às vezes eu entendo as coisas antes do Senhor acabar de explicar a matéria e se tem de repetir, aborreço-me. Às vezes posso ser muito mal educado ou explosivo para chamar a atenção. Gosto de falar de temas que o senhor "acredita" não serem para a minha idade. Está sempre a dizer aos meus pais que não consigo aprender, no entanto se alguma coisa me interessa aprendo facilmente, mas quando já tenho conhecimentos suficientes ponho de lado porque me aborreço.
Não contesto a autoridade mas o entendimento e as explicações. Aprendo por imitação, o seu exemplo para mim é muito importante. Segundo o senhor estou sempre a transgredir as normas e a criar outras. Sou esse génio em "potência" que se se concentra-se em algo seria melhor...

Os meus pais levaram-me ao médico e dizem que tenho ADHD, uma coisa chamada Deficiência de Atenção com Hiperactividade, e isso quer dizer que não paro quieto, não posso prestar atenção durante muito tempo, distraio-me facilmente e além disso sou hiperactivo.
O médico queria que eu tomasse Ritalin ( a minha mãe recusouou dizendo que as anfetaminas criam toxicodependentes), então, ela investigou e agora faço coisas que direccionam a minha energia ( desporto, artes marciais, Tai-chi, Yoga ) e evita dar-me alimentos com açúcar ou glucose e sinto-me mais calmo.

Não gosto que me tratem como criança, talvez saiba menos de certas coisas, mas isso não significa que não saiba, estou no meu processo.
Dê-me mais tempo para assimilar as coisas, pois aprendo de maneira diferente.
Se eu não aprendo de uma forma tradicional... porque usa sempre a mesma maneira? Quem sabe se fosse um método mais prático? Estou sempre a perguntar... porquê? Isso não quer dizer que o estou a pôr à prova, tenho somente curiosidade.
Se não souber a resposta diga-me. Não seja evasivo, guie-me para eu encontrar a resposta.
Gostaria que me incluísse quando tomasse decisões que me afectam, não sou simplesmente mais um aluno.
Gostaria que reconhece-se que sou diferente e não que me classificasse como diferente. Não sou nem mais nem menos que o senhor.
Se me explicasse para que serve o que estudamos e que para conseguir certas coisas preciso de disciplina, reagiria de maneira diferente.
Quando não me conseguir concentrar faça alguma actividade para me distrair: um jogo, música, dança ... Mas não grite comigo. Sei que muitas vezes se desespera na sala de aula pois nenhum de nós lhe prestamos atenção. Já se preocupou em saber o que realmente nos interessa?

Despeço-me com Amor

José Manuel
( este texto foi escrito por José Manuel Piedrafita Moreno, Educador e Índigo Adulto. É livre de usar e divulgá-lo desde que não altere integral ou parcialmente, incluindo os créditos).

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CRIANÇAS ÍNDIGO - Problemáticas ou incompreendidas...  Inserido Monday 15 October 2007 15:11

Blogue de mafuca : Agora comecei realmente a viver!, CRIANÇAS ÍNDIGO - Problemáticas ou incompreendidas...

Este tema fascina-me, até porque a Prof. de Yoga lá do Pavilhão, Prof. Maria Adélia Martins ( http://cdsdr-yoga.bloguedesporto.com ), está sempre a dizer-me que os meus filhos são CRIANÇAS INDÍGO mas já estão mais na fase CRISTAL. Tudo isto começou a intrigar-me, comecei a procurar informação e deparei com este e muito outros artigos sobre o assunto, especialmente um site próprio sobre estas crianças que é CASA INDIGO, uma casa especial para crianças especiais e pais especiais... http://www.casa-indigo.com

Ma minha procura encontrei este artigo de Isabel Leal http://www.isabelleal.infinito.com.pt que passo a citar:

O que são CRIANÇAS INDIGO?

 

"São crianças tão terrestres como seus pais, a única diferença é sua tarefa espiritual de impulsionar mudanças na humanidade.

Os especialistas chamam estas crianças de crianças Índigo, e atribuem-lhes grande dose de intuição, inclusive telepatia, qualidades de prever o futuro, e até reconhecer a presença de seres etéreos como as fadas e os duendes que segundo alguns, nos rodeiam. Além disso, têm a capacidade de ver os espectros da luz, ouvir todos os tipos de sons, e apresentam uma relevante hipersensibilidade táctil. Como se isso fosse pouco, alguns ainda chegam ao mundo com o dom da cura.


As crianças Índigo nascem em todas as classes sócio-económicas e caracterizam-se, basicamente, por possuir um novo estado de consciência mais evoluído que o da maioria das pessoas. Contudo, também existem certos traços físicos que distinguem estas crianças:


Podem ser magros, têm olhos grandes, geralmente canhotos ou ambidestros. Comem pouco, e inclusive, alguns são vegetarianos por não suportar a carne.


As crianças Índigo não aceitam a imposição nem a autoridade, recusam a manipulação, a falsidade e a desonestidade. Muito menos aceitam os velhos truques de disciplina baseados no medo e na culpa.


Existem palavras chaves durante o processo de ensino destes pequenos, que devem ser administradas de acordo com sua idade biológica, baseados nas Sete Leis Espirituais para os Pais. Por exemplo, até o primeiro ano de vida, os vocábulos essenciais são amor, afecto e atenção. Os bebés devem ser tocados, abraçados, sentir segurança e também é necessário brincar com eles.

Depois, entre o primeiro e o segundo ano, destaca-se os termos liberdade, respeito e estimulo. Durante esta etapa eles experimentam o desapego dos pais. Não se pode condiciona-los através do medo. Temos que evitar que a criança associe a dor, ao mal ou à fraqueza. Caso contrário, não haverá espaço para o crescimento espiritual.

Mérito, explorar e aprovar, são as palavras chaves entre os 2 e 5 anos. Época na qual o menor passa do Eu sou para o Eu Posso. Se for reprimido e não se sentir encorajado, ele será um adulto incapaz de enfrentar qualquer desafio.

Entre os 5 e 8 anos, a criança já assimila conceitos mais abstractos. Por isso podem ser administrados termos como: dar, repartir, aceitar, verdade e não julgar. Eles adoram dividir quando sentem amor. Mas se aprendem que para dar, é preciso perder algo, nunca saberão o verdadeiro significado da entrega. E quanto à verdade, devem aprender que vem acompanhada de um sentimento agradável e não como um precedente de um problema, caso fosse ocultada.

Depois, entre os 8 e 12 anos, agora não tão pequenos, eles aprendem como e porque funcionam as coisas. Nesta etapa as palavras chaves são: juízo, independência, discriminação e reflexão.

Entre os 12 e 15 anos, a criança já na adolescência, exige que os pais utilizem termos como a experiência, a responsabilidade e estar alerta. As que aprendem as lições de educação espiritual, têm total confiança nos seus pais. De outro modo, podem sentir-se confusos.

Os colégios e os demais centros educativos, devem estar atentos para reconhecer a presença das crianças Índigo dentro das salas de aula. Estes alunos não correspondem aos métodos de ensino tradicionais. Pelo contrario, aprendem de forma reflexiva e participante, não através de memorização. Por isso, não se deve estranhar que muitos destes pequenos sejam classificados como crianças problemas, já que se dispersam com grande facilidade durante as aulas. "


Isabel Leal, 2003

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O melhor é mantê-los ocupados....  Inserido Thursday 11 October 2007 04:09

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