Este tema fascina-me, até porque a Prof. de
Yoga lá do Pavilhão, Prof. Maria Adélia
Martins ( http://cdsdr-yoga.bloguedesporto.com ),
está sempre a dizer-me que os meus filhos são
CRIANÇAS
INDÍGO mas já estão mais na
fase CRISTAL. Tudo
isto começou a intrigar-me, comecei a procurar
informação e deparei com este e muito
outros artigos sobre o assunto, especialmente um site
próprio sobre estas crianças que é
CASA INDIGO, uma casa
especial para crianças especiais e pais especiais...
http://www.casa-indigo.com
Ma minha procura
encontrei este artigo de Isabel Leal http://www.isabelleal.infinito.com.pt que
passo a citar:
O que são CRIANÇAS
INDIGO?
"São crianças tão terrestres como seus
pais, a única diferença é sua tarefa
espiritual de impulsionar mudanças na humanidade.
Os especialistas chamam estas crianças de crianças
Índigo, e atribuem-lhes grande
dose de intuição, inclusive telepatia, qualidades de
prever o futuro, e até reconhecer a presença de seres
etéreos como as fadas e os duendes que segundo alguns, nos
rodeiam. Além disso, têm a capacidade de ver os
espectros da luz, ouvir todos os tipos de sons, e apresentam uma
relevante hipersensibilidade táctil. Como se isso fosse
pouco, alguns ainda chegam ao mundo com o dom da cura.
As crianças
Índigo nascem em todas as
classes sócio-económicas e caracterizam-se,
basicamente, por possuir um novo estado de consciência mais
evoluído que o da maioria das pessoas. Contudo,
também existem certos traços físicos que
distinguem estas crianças:
Podem ser magros,
têm olhos grandes, geralmente canhotos ou ambidestros. Comem
pouco, e inclusive, alguns são vegetarianos por não
suportar a carne.
As crianças
Índigo não aceitam a
imposição nem a autoridade, recusam a
manipulação, a falsidade e a desonestidade. Muito
menos aceitam os velhos truques de disciplina baseados no medo e na
culpa.
Existem palavras
chaves durante o processo de ensino destes pequenos, que devem ser
administradas de acordo com sua idade biológica, baseados
nas Sete Leis Espirituais para os Pais. Por exemplo, até o
primeiro ano de vida, os vocábulos essenciais são
amor, afecto e atenção. Os bebés devem ser
tocados, abraçados, sentir segurança e também
é necessário brincar com eles.
Depois, entre o primeiro e o segundo ano, destaca-se os termos
liberdade, respeito e estimulo. Durante esta etapa eles
experimentam o desapego dos pais. Não se pode condiciona-los
através do medo. Temos que evitar que a criança
associe a dor, ao mal ou à fraqueza. Caso contrário,
não haverá espaço para o crescimento
espiritual.
Mérito, explorar e aprovar, são as palavras
chaves entre os 2 e 5 anos. Época na qual o menor passa do
Eu sou para o Eu Posso. Se for reprimido e não se sentir
encorajado, ele será um adulto incapaz de enfrentar qualquer
desafio.
Entre os 5 e 8 anos, a criança já assimila
conceitos mais abstractos. Por isso podem ser administrados termos
como: dar, repartir, aceitar, verdade e não julgar. Eles
adoram dividir quando sentem amor. Mas se aprendem que para dar,
é preciso perder algo, nunca saberão o verdadeiro
significado da entrega. E quanto à verdade, devem aprender
que vem acompanhada de um sentimento agradável e não
como um precedente de um problema, caso fosse ocultada.
Depois, entre os 8 e 12 anos, agora não tão pequenos,
eles aprendem como e porque funcionam as coisas. Nesta etapa as
palavras chaves são: juízo, independência,
discriminação e reflexão.
Entre os 12 e 15 anos, a criança já na
adolescência, exige que os pais utilizem termos como a
experiência, a responsabilidade e estar alerta. As que
aprendem as lições de educação
espiritual, têm total confiança nos seus pais. De
outro modo, podem sentir-se confusos.
Os colégios e os demais centros educativos, devem estar
atentos para reconhecer a presença das crianças
Índigo dentro das salas de
aula. Estes alunos não correspondem aos métodos de
ensino tradicionais. Pelo contrario, aprendem de forma reflexiva e
participante, não através de
memorização. Por isso, não se deve estranhar
que muitos destes pequenos sejam classificados como crianças
problemas, já que se dispersam com grande facilidade durante
as aulas. "
Isabel Leal,
2003
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